Thayna de Paula Advocacia oferece suporte especializado para liberação de cirurgias, próteses, internações, e outros tratamentos indicados para pacientes com problemas de coluna, ossos, articulações, ou condições neurológicas.
Conte com atendimento humanizado e suporte 24h para urgências.
Da separação dos documentos, até a conclusão do tratamento.
98.76%
Taxa de sucesso para liberação de procedimentos neurológicos e ortopédicos, com ações judiciais
+400
Procedimentos neurológicos e ortopédicos liberados nos últimos 2 anos, com liminares (antecipação de tutela)
+13
Anos de experiência atendendo pacientes e famílias no RJ e em SP
24h-72h
Prazo médio para análise judicial da liminar, usando evidências médicas
Descubra as principais práticas ilegais que os planos de saúde cometem usando justificativas técnicas, e como podem ser contestadas.
(com base na Lei nº 9.656/1998, Código de Defesa do Consumidor, normas da ANS, e fundamentação médica neurológica e ortopédica.)
O plano alega que o procedimento não está na lista da ANS. E por vezes chega ao absurdo de alegar "finalidade estética".
Mas, quando o tratamento é necessário, indicado por médico e não existe tratamento substituto adequado, o entendimento do STJ reconhece a cobertura do tratamento.
Se existe indicação médica, a negativa pode ser contestada.
Autorização do tratamento adequado
Menos atrasos
Menor risco de sequelas
O plano alega período de carência, ou preexistência da condição. Mas, nem sempre essa alegação de carência é válida.
Quando existe urgência, risco da condição de saúde piorar, ou falta de comprovação de má-fé, a legislação prevê carências tão rápidas quanto 24h.
Atendimento garantido
Liberação do tratamento
Sem perda de tempo indevida
É comum o plano autorizar a cirurgia, mas negar o material, ou parte do procedimento indicado pelo médico.
Mas, a indicação médica não pode ser substituída sem base.
Se existe um motivo técnico específico para a escolha de implantes, próteses ou qualquer tecnologia, o plano não pode impor uma alternativa inferior.
Equipamento e técnica ideal
Sem precisar repetir procedimentos
Mais chances de uma recuperação melhor
O plano não tem, ou alega não ter, especialista ou hospital credenciado capaz de realizar o procedimento.
Se não existe rede capacitada e disponível no prazo determinado, o plano deve providenciar o tratamento sem prejuízo ao paciente, mesmo que seja fora da rede.
Hospital com infraestrutura adequada
Especialista capaz
Sem custos adicionais
O plano convoca uma junta médica favorável aos próprios interesses, contesta os tratamentos para adiar custos, e sugere tratamentos substitutos.
Alguns pacientes aceitam esses tratamentos substitutos, e acabam precisando fazer tudo de novo meses depois.
As decisões da junta sempre são negativas, podem e devem ser questionadas quando contradizem à recomendação do seu médico.
Tratamento adequado
Sem tentar vários procedimentos
Mais chances de uma boa recuperação
O plano não responde, ou demora o máximo que puder, chegando a descumprir os prazos legais.
Enquanto isso, o paciente espera com dor e preocupação, sem saber se o plano errou, ou se "armou" algo com o hospital. Tenta reclamar na ANS, Procon, ou Consumidor.gov, sem saber que nada disso afeta a aprovação.
Atrasos, descumprimentos e falta de respostas, não podem atrapalhar o direito ao tratamento, especialmente se existe comprovação de urgência e risco à saúde.
Sem atrasos ilegais
Acesso ao tratamento adequado
Compensação financeira justa
Se tem um problema parecido te impedindo de realizar seu procedimento, podemos ajudar! Não deixe o plano te fazer desistir da sua saúde.
Thayna é advogada e assessora jurídica de hospitais, (OAB RJ 205.942).
Após 8 anos liderando escritórios, Thayna decidiu especializar sua atuação em Direito da Saúde, e se tornou diretora jurídica de hospitais privados no RJ.
Vendo seu próprio pai ficar deficiente da cintura para baixo por um cisto na coluna, Thayna luta para evitar que pacientes e suas famílias sofram com as sequelas irreversíveis, causadas por atrasos e negativas injustas em casos neurológicos e ortopédicos.
Pós-graduada em Direito Público, Direito Civil e Processo Civil pela FESUDEPERJ, e UCAM
Especialista em Direito Contratual pela EMERJ
Especialista em Responsabilidade Civil Médica e Mestranda em Direito da Saúde pela UNISA e PUC-Rio
Especializações Técnicas no Hospital Israelita Albert Einstein
Membra da Associação dos Escritórios de Defesa Médica, e Vice Presidenta da Fundação de Saúde Menino Jesus
Certificada como Embaixadora Internacional em Inovação e Redução de Desigualdade Social pela GYIN, IFAD, e Phelps Stokes-Benin
Além de ajuizar uma ação, pensamos em cada passo para acelerar a liberação da liminar, garantir que seu acesso à saúde aconteça na prática, e conduzir tudo isso com transparência e honestidade.
Você entra em contato pelo WhatsApp ou formulário. Em até 1 hora útil retornamos para agendar uma análise por videoconferência, entender o seu caso, e te mostrar os melhores caminhos para seguir.
Para preservar sua privacidade, pedimos apenas os documentos essenciais, com envio da documentação online.
Após analisar seu caso, construíremos toda a estratégia jurídica, com toda a fundamentação médica e legal necessária para uma aprovação mais rápida.
Base jurídica e médica, provas e evidências para aprovação
Ajuizamos a ação com pedido de liberação imediata, e não paramos até que você entre no hospital com tudo autorizado, tenha seu tratamento, e saia bem.
Todo o processo é acompanhado com suporte contínuo e atendimento 24h para urgências.
Entendemos os atrasos indevidos, desgastes emocionais, e prejuízos financeiros que podem ser causados pelos abusos do Plano de Saúde. Então além da liberação do seu procedimento, buscamos a possibilidade de indenização.
Lutamos para que a justiça seja feita com uma compensação justa.
Se entendermos que a aprovação é possível no seu caso e decidirmos trabalhar juntos, faremos tudo o que for legalmente possível para que você receba o tratamento adequado o quanto antes.
Veja os relatos de pacientes, médicos, hospitais e profissionais da saúde que confiaram no Thayna de Paula Advocacia.
Atuando diariamente em casos neurológicos e ortopédicos, entendemos que cada dia de atraso pode significar mais dor, mais limitação, risco da condição piorar, e possivelmente sequelas irreversíveis como deficiências físicas, motoras e cerebrais permanentes.
Quando não tem ação judicial, o plano costuma levar semanas para dar uma resposta, e meses para reavaliar uma negativa.
Quando entramos com ação judicial, o pedido de liminar é analisado em média de 24h-72h.
Retornamos em até 1h útil, após o primeiro contato. 100% online com envio digital de documentos, em todos os municípios do RJ.
Um clique pode mudar a recuperação do seu tratamento agora.
Esclarecemos abaixo as dúvidas mais comuns que recebemos de pacientes sobre negativas do plano de saúde em casos neurológicos e ortopédicos.
Essa dúvida é totalmente compreensível. Talvez você dependa do seu emprego e não quer criar outro problema.
A ação é contra a operadora, e não contra seu empregador. Então seu chefe não sabe sobre o processo, não é parte do processo, e não recebe nenhuma notificação judicial sobre o processo.
Além disso, o plano de saúde tem o dever de manter sigilo. Então a única possibilidade de seu chefe saber de um processo é se você mesmo falar.
Recomendamos que nenhuma informação sobre seu processo seja tratada em ambiente profissional. Exercer seu direito não é motivo para demissão.
Se esse medo está impedindo você, agende uma análise do seu caso e esclareça isso antes de continuar adiando seu tratamento.
Se o plano já negou seu tratamento, é natural pensar que eles podem tentar cancelar.
Mas o plano não pode cancelar seu contrato como retaliação a um processo judicial. Isso seria ilegal e geraria direito a indenização.
Além disso, se o plano é empresarial, a decisão de cancelamento não é do plano, mas sim da empresa contratante. E como explicamos na pergunta anterior, seu empregador nem fica sabendo do processo.
Então não há risco de cancelamento por retaliação.
O contrato não pode ser cancelado por você ter buscado a Justiça.
Isso seria retaliação, que é ilegal.
Na verdade, após a liminar ser concedida, o plano é obrigado a autorizar o procedimento e não pode criar obstáculos adicionais.
Caso o plano tente cancelar seu contrato após você ganhar a ação, isso seria considerado retaliação ilegal e geraria direito a indenização por danos morais.
Você já está lidando com dor, limitação, consultas médicas.
A última coisa que você precisa é de mais burocracia.
Por isso, para preservar sua privacidade, solicitamos apenas os documentos essenciais:
Negativa por escrito (se tiver)
Laudo médico
Fora isso, você recebe uma checklist clara com envio 100% digital.
E se faltar algum documento te orientamos em como conseguir
Para saber exatamente o que será necessário no seu caso, envie uma mensagem e receba uma lista personalizada no seu WhatsApp.
Isso acontece com frequência.
Talvez você tenha pedido a negativa e eles ficaram enrolando.
Ou disseram algo por telefone e nunca formalizaram.
O fato é: Se houve indicação médica e negativa de cobertura, o plano é obrigado a justificar por escrito.
Se você ainda não tem a negativa, nós te orientamos como solicitar.
Envie os detalhes para análise e veja o que podemos fazer.
O juiz decide usando a base médica.
Então se o laudo for mais específico sobre a sua necessidade, é melhor.
Mas se for necessário complementar, te orientamos sobre quais informações precisam constar para fortalecer o caso.
Antes de assumir que seu laudo não serve, envie para análise.
Nós avaliamos tecnicamente e te indicamos o melhor caminho.
Para decidir quando sai a liberação de uma liminar o juiz analisa principalmente:
Se existe direito direito à cobertura
E se existe comprovação de urgência técnica
Então quando nós demonstramos os riscos da demora, usando base médica neurológica e ortopédica… As chances da liminar ser concedida mais rápido, aumentam.
Se você quer entender como isso se aplica ao seu diagnóstico específico, agende sua análise e tenha uma estratégia pensada exclusivamente para o seu caso.
Os prazos variam.
Depois da liminar, o plano pode ter um prazo para recorrer (normalmente 10–15 dias).
Mas na prática, muitos procedimentos ocorrem em semanas ou poucos meses depois do início da ação.
Sem medida judicial, a espera pode se prolongar indefinidamente.
Já vimos casos em que esperar o plano resultou em sequelas permanentes.
Então se o fator tempo está pesando na sua decisão, agende agora sua análise para descobrir qual o cenário mais rápido para sua situação.
Essa pergunta normalmente vem de alguém já cansado.
Você provavelmente já discutiu com o plano. Já ouviu negativa.
Já perdeu tempo.
E você sabe que em casos neurológicos e ortopédicos, perder tempo traz risco de um quadro de saúde pior.
Então a grande pergunta é "Será que o SUS libera mais rápido do que se eu tentar uma ação judicial contra o plano?"
No SUS, o caminho geralmente envolve:
Consulta no postinho (UBS)
Encaminhamento
Entrar na fila de regulação
Esperar por vaga hospitalar
E se demorar, envolve entrar com ação judicial contra o SUS
E nisso tudo, não existe prazo fixo.
Além disso, se depois você decidir buscar judicialmente o plano, terá perdido tempo.
Na ação contra o plano, as liberações que mais demoram podem levar 3 meses quando os planos atrasam o cumprimento da decisão judicial.
Então se você tem o plano, e tem indicação médica, é mais recomendável buscar a reversão da negativa do que iniciar uma fila no SUS sem previsão de atendimento.
E se ainda tiver dúvidas, vale analisar seu caso específico para entender qual das duas opções é mais eficiente para seu quadro específico.
Entre em contato e tire suas dúvidas! Se tiver chance de aprovação, explicaremos os próximos passos com clareza.